“Mas por você eu espero. Por você eu me guardo. Por você eu suporto todas essas dores que sinto de não te ter por perto. Por você eu enfrento qualquer problema. Por você eu passo por cima de qualquer pessoa que for contra o que sinto. Por você eu faço tudo o que estiver ao meu alcance… É só me prometer que não irá pensar em desistir de tudo o que cultivamos desde o começo, nem um segundo sequer. De tudo o que construímos juntos. Chegamos muito longe para desistir de tentar. Eu enfrento qualquer obstáculo, desde que você esteja disposto a enfrentar junto comigo.

Ana Carolina   (via doistonsdeamor)

(via s-wore)


“Sempre achei que amor tem gosto, cor e som. Não é à toa que os apaixonados têm uma música. Quem ama é capaz de suportar muitas coisas. Manias, defeitos, esquisitices, teimosia e loucurinhas diárias. Acredito que o amor é a base de tudo, é o que sustenta, o que dá suporte, o que conforta, o que nos estimula a seguir em frente. Mas o amor não é tudo na vida.
Antes da gente amar alguém tem que se amar primeiro. Clichezão, antigo e muito real. Não dá para colocar o outro na sua frente. Não dá pra ceder o lugar, dar passagem. Você precisa estar bem e em paz pra conseguir dar e receber o amor de alguém.
Durante muito tempo estive perdida. Não sabia direito o que queria e, principalmente, quem eu queria. Acreditava em modelos. O cara tem que ser assim e assado, tem que ter tal idade, olho de tal cor. O amor não tem manual. E nem enciclopédia. Mas isso eu aprendi bem depois. É que a gente tem que estar preparada para o amor.
Vejo gente reclamando nada-dá-certo-pra-mim. Eu também já pensei isso um dia. Vi que as coisas não davam certo porque eu não estava preparada, porque acreditava em ilusões, porque não me via de verdade, porque buscava coisas erradas, porque minha vibração atraía os tipos mais estranhos e problemáticos. Sim, a gente atrai o cara maluco, o cara complicado, o cara enrolado, o cara cafajeste. O outro te trata como você se trata. A frase é simples, todo mundo sabe, mas ninguém coloca na prática. Você coloca limites, você diz que isso serve e aquilo não. A pessoa dança conforme a música. E você escolhe o que vai colocar na vitrola.
Insisto que a gente precisa se respeitar, se cuidar. Só assim o outro vai querer te cuidar também. O amor é bonito, sim. É aprendizado, é luta diária, é glória, é superação, é vontade, é cumplicidade, intimidade, amizade. E acima de tudo o amor precisa ser paciente. Muito paciente. Tem que entender que tudo tem sua hora. Que às vezes a distância dói, machuca e lateja.
Amar de longe não é fácil. É complicado não acordar com aquele cheiro, aquele calor do corpo, aquele abraço. É doloroso não ter aquela voz no ouvido, aquele colo, aquela risada boa e boba. Pode ser logo ali, naquela cidade que fica a quarenta e cinco minutos de avião. Pode ser lá longe, em outro país. Pode ser em outro estado. Pode ser do outro lado do oceano. Não importa: a saudade arde. Mas serve para nos mostrar como o outro é importante. Serve para mostrar como pequenas coisas fazem falta. A saudade faz a gente prestar mais atenção no outro. E, principalmente, a saudade mostra o que é de verdade. Porque só os amores guerreiros sobrevivem ao tempo e à distância.

—Clarissa Corrêa. (via comovocevive)

tranquilidadena-vida:

Perdidamente apaixonada eu

(via mil-grau)

Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trás. Então eu pego o passado, e transformo em poesia-ou-coisa-assim.

“Eu não fui a primeira. Mas queria ter sido a última. A única. Queria ter sido o seu pra sempre. Sua, sempre. Eu posso não ter sido aquela que entendia o que você tinha a dizer. Mas eu sempre decifrei os teus silêncios. Eu sei que não fui a melhor, a mais especial… Mas eu sempre quis ser sua. E sempre quis também, que você tivesse plena convicção disso. Eu sei que sempre fiz tudo meio errado, meio torto, meio mais-ou-menos. Mas eu fiz tudo da melhor maneira que pude. Só que o melhor de mim não foi suficiente. O melhor de mim, não foi o melhor pra você. O que eu tinha pra oferecer -por maior e mais verdadeiro que fosse- não te bastou. E eu que achei que só amor fosse suficiente. Pensei que o meu amor -por ser tão grande- fosse o bastante pra nós dois. Eu pensei que por te amar tanto, tamanho sentimento não precisasse de reciprocidade… Enganei-me. Porque o tempo foi passando, e eu fui me sentindo cada vez mais vazia. E sozinha. Mesmo quando você ainda estava aqui. E isso não passou. Porque mesmo depois de tanto tempo, eu ainda me pego assim… Com saudade. Sentada na varanda vendo a vida passar diante dos meus olhos e me perguntando por onde anda você… Deve estar andando pelas ruas de um Porto, caçando borboletas em estômagos vazios e fazendo espelhar esse sorriso viciante nos vidros dos carros e nas poças d’água. Amando todas, menos a mim. E porque não eu, me diz? Eu não era a mais bonita, a mais esperta, a mais inteligente ou a mais correta mulher desse mundo. Eu era cheia de defeitos e manias e neuroses. Eu não tinha muito a oferecer, eu sei. Mas tudo que tinha -por mais insuficiente que fosse- era seu.

Quietude.   (via nostalgia-surreal)

(via i-n-v-e-r-n-a-l)