tranquilidadena-vida:

Perdidamente apaixonada eu

(via mil-grau)

Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trás. Então eu pego o passado, e transformo em poesia-ou-coisa-assim.

“Eu não fui a primeira. Mas queria ter sido a última. A única. Queria ter sido o seu pra sempre. Sua, sempre. Eu posso não ter sido aquela que entendia o que você tinha a dizer. Mas eu sempre decifrei os teus silêncios. Eu sei que não fui a melhor, a mais especial… Mas eu sempre quis ser sua. E sempre quis também, que você tivesse plena convicção disso. Eu sei que sempre fiz tudo meio errado, meio torto, meio mais-ou-menos. Mas eu fiz tudo da melhor maneira que pude. Só que o melhor de mim não foi suficiente. O melhor de mim, não foi o melhor pra você. O que eu tinha pra oferecer -por maior e mais verdadeiro que fosse- não te bastou. E eu que achei que só amor fosse suficiente. Pensei que o meu amor -por ser tão grande- fosse o bastante pra nós dois. Eu pensei que por te amar tanto, tamanho sentimento não precisasse de reciprocidade… Enganei-me. Porque o tempo foi passando, e eu fui me sentindo cada vez mais vazia. E sozinha. Mesmo quando você ainda estava aqui. E isso não passou. Porque mesmo depois de tanto tempo, eu ainda me pego assim… Com saudade. Sentada na varanda vendo a vida passar diante dos meus olhos e me perguntando por onde anda você… Deve estar andando pelas ruas de um Porto, caçando borboletas em estômagos vazios e fazendo espelhar esse sorriso viciante nos vidros dos carros e nas poças d’água. Amando todas, menos a mim. E porque não eu, me diz? Eu não era a mais bonita, a mais esperta, a mais inteligente ou a mais correta mulher desse mundo. Eu era cheia de defeitos e manias e neuroses. Eu não tinha muito a oferecer, eu sei. Mas tudo que tinha -por mais insuficiente que fosse- era seu.

Quietude.   (via nostalgia-surreal)

(via i-n-v-e-r-n-a-l)


absolut-vodk:

Só quero  paz mundial, vodka infinita, wi fi livre e pessoas lindas e saradas.

(via 509-km)